Wolfgango Novogratz concedeu uma entrevista para o site Pop Culturalist, onde fala de seu mais recente filme, “The Last Summer” (Nosso Último Verão), e projetos futuros, incluindo Hush Hush (Sussurro em português) confira abaixo:

Wolfgang Novogratz está esquentando a tela como Foster, um garoto tipicamente americano, na mais nova comédia romântica da Netflix, The Last Summer (Nosso Último Verão), o filme perfeito para nos preparar para o clima quente e os bons momentos da temporada. Esta história de amadurecimento segue um grupo de recém-formados do ensino médio que se reúnem para criar memórias duradouras durante o verão final antes da faculdade. O personagem de Wolfgang é tudo menos um atleta estereotipado, e isso é graças ao próprio Wolfgang. Ele colaborou com o roteirista e diretor do filme, William Bindley, para criar uma identidade nova para Foster. O Pop-Culturalist conversou com este excitante e promissor ator sobre o desenvolvimento de seu personagem, como ele começou a atuar e os projetos interessantes em que ele está trabalhando.

P-C: Conte-nos sobre The Last Summer (Nosso Último Verão) e seu personagem no filme.

Wolfgang: Eu interpreto Foster no filme. E fui atraído pelo projeto porque vi a maioria das cenas de Foster com Alec, interpretado por Jacob Latimore, e achei que seria uma ótima oportunidade para entrar no ringue com um ator tão talentoso. Ele trabalhou com tantos cineastas e pessoas incríveis ao longo de sua carreira. Eu estava muito animado para a audição, e eu fui extremamente feliz por terem me oferecido o personagem depois de apenas uma audição. Logo depois, liguei para William Bindley, o diretor, e começamos a conversar sobre o roteiro, a história e onde Foster se encaixava.
Foster foi originalmente escrito como um idiota que queria ficar com todas essas garotas. Ele era muito superficial. Comecei a me perguntar: “O que o leva a fazer essa lista? Qual é a razão? Qual é a motivação dele? Então pensei: ele é virgem”. Essa é a razão pela qual ele faz essa lista. Ele quer tentar criar tantas oportunidades para si quanto possível. Ele está desesperado para transar para não ser virgem quando começar a faculdade no outono. Bill e eu começamos a conversar sobre isso e ele adorou a ideia. Começamos a reimaginar Foster, aprimorando algumas cenas. Adicionamos a cena entre o personagem de Jacob e Foster no caminhão, onde você descobre o segredo dele. Essa cena foi escrita depois que cheguei a bordo.

P-C: Como isso afetou sua preparação e mentalidade enquanto você estava filmando? Foster essencialmente se torna um personagem completamente diferente.

Wolfgang: É interessante! Eu tive duas cenas para o meu teste. A primeira é quando você o conhece e ele mostra sua lista para Alec. A outra foi a final, quando ele conhece a mulher mais velha. Na minha opinião, eu já havia feito a escolha de que ele era virgem. Então, consegui convencer Bill sobre isso, depois que consegui o papel.

P-C: Quais as diferenças e similaridades entre você e o Foster?

Wolfgang: Somos muito diferentes. Pessoalmente, eu não me relacionei com Foster. Isso foi parte da razão pela qual eu queria humanizá-lo e torná-lo mais tridimensional.
O público viu esse personagem babaca em tantos adolescentes, mas nós queríamos dar a ele mais camadas, então criamos essa história de fundo. Ele tem muitas inseguranças. Quando ele era mais jovem, ele nunca recebeu atenção das mulheres. Há uma linha no roteiro onde eu digo: “Eu sou um fisiculturista cristão”. Pensei comigo: “Qual o corpo que um garoto do ensino médio tem?”. Achamos que ele faz isso porque está tentando se reinventar para O Verão. Ele está tentando criar essa nova persona: um macho alfa que é bom com as mulheres. Ele está tentando se livrar do Foster que costumava ser, mas ainda é um garotinho assustado lá dentro.

P-C: Além do enredo do seu próprio personagem, há outro que te interessou?

Wolfgang: Quando eu li o roteiro pela primeira vez, eu estava tão empolgado para ver Chad e Reese, eles iriam ser os executivos. Eu achei o enredo deles tão engraçado: esses dois caras nerds têm uma oportunidade incrível, e eles aproveitaram ela. É uma daquelas situações que só acontecem em filmes, mas também é por isso que amamos ir ao cinema – é divertido e uma fuga. Eu acho que Jacob McCarthy e Mario Revolori fizeram um ótimo trabalho trazendo esses personagens para a vida. É realmente engraçado. Eles também fazem isso de uma forma tão relacionável e crível. Há uma cena depois que os caras passam uma noite com duas mulheres mais velhas, onde eles estão voltando para casa e suas gravatas estão amassadas e eles apenas começam a dançar. É um momento tão fofo, doce e inocente para esses dois jovens.

P-C: Nós vemos como cada um desses personagens passa o seu último verão. Como você passou seu último verão depois de terminar o ensino médio?

Wolfgang: Eu realmente fiz uma grande mudança de vida. [risos] Aqui está uma pequena história: há mais ou menos cinco anos atrás eu estava treinando para jogar basquete na primeira divisão. O basquete foi toda a minha vida. Eu estava fazendo tudo que fosse preciso para tornar meu sonho uma realidade. Então, no meu último ano do ensino médio, tive a sorte de realizar esse sonho. Eu tive muitas oportunidades maravilhosas das melhores escolas para jogar basquete universitário.
No meu último ano, também fiz aula de teatro pela primeira vez; Eu nunca havia atuado antes. Eu sempre fui obcecado por filmes, mas nunca atuei. Lembro-me de pensar como trabalhei toda a minha vida por esse objetivo e que consegui. Eu provei a mim mesmo que eu poderia fazer isso. Durante esse processo, encontrei um novo amor e queria começar um novo capítulo na minha vida.

Então, falei com meu professor de teatro. Eu disse a ele que queria ser ator e pedi conselhos. Ele disse: “Se você quer ser um bom ator, você deveria passar algum tempo estudando teatro em Londres”. No dia seguinte à minha formatura, me mudei para Londres para ir à escola de teatro. Eu tinha uma semana antes das aulas começarem, então meu primo, alguns dos meus velhos amigos de Nova York, e eu decidimos viajar pela Europa por cinco dias.

P-C: Quão desafiadora foi essa nova realidade?

Wolfgang: Bem, meus pais ficaram emocionados. [risos] Eu tinha tudo em que trabalhei a vida toda, mas decidi fazer algo que nunca fiz antes. Olhei-os nos olhos e disse-lhes: “Todo o esforço que eu dei à escola e ao basquete, vou dar para atuação. Eu estou nisso pelas razões certas. Eu quero me tornar o melhor ator que posso ser, e vou dar tudo o que tenho.” Eles acreditam em mim tanto quanto eu poderia pedir e eles tem me apoiado bastante.

Eu definitivamente recebi algumas ligações telefônicas tarde da noite e e-mails de familiares e amigos dizendo: “Você está jogando sua vida fora. Não fale conosco até que você vá para a faculdade”, todo tipo de coisas. [risos] É engraçado, uma vez que eu consegui o meu primeiro trabalho essas mesmas pessoas ficaram tipo, “Quando é a estreia? Nós sempre soubemos que você poderia fazer isso.” [Risos]

P-C: Com o filme sendo lançado agora, o que você espera que o público entenda?

Wolfgang: Eu realmente acredito que o melhor deste filme é que existem muitos personagens e histórias. Há, pelo menos, um personagem que todos poderão se relacionar. Se você está procurando por amor, se você está saindo de um relacionamento de longo prazo, se você está tentando se reinventar para o verão, se você está tentando fazer todas as coisas que você nunca fez no ensino médio, há um enredo que eu acredito que cada pessoa pode se relacionar. Não importa de onde você é no mundo, em que classe, raça, origem socioeconômica, há alguém com quem você pode se identificar. Cada pessoa tem esse momento em sua vida, quando eles têm um período de transição antes de iniciar o próximo capítulo de suas vidas.

P-C: Além do The Last Summer (Nosso Último Verão), você tem algum outro projeto que você possa falar neste momento?

Wolfgang: Eu tenho! A razão pela qual estou em Nova York é que estou filmando um filme chamado The Half of It, que também é um filme da Netflix. É uma história de amor dirigida por Alice Wu.

O filme é sobre uma menina sino-americana e um jogador de futebol introvertido se tornando amigos. O jogador de futebol contrata a menina para escrever cartas de amor para a garota dos seus sonhos, que é a garota mais popular da escola. Eu interpreto o personagem chamado Trig Carson, que é o cara do campus – todo mundo o ama. Ele é o presidente do corpo discente e o rei do baile, mas é um pouco superficial e narcisista. Ele não é um cara ruim, mas as vezes ele subestima sua namorada. Ele é um meio para a personagem principal descobrir se ele é ou não o cara certo para ela.

No momento é o que eu estou filmando, e também estou escalado para um filme chamado Hush Hush, baseado em uma série de livros best-seller do New York Times. É muito parecido com Crepúsculo em certos aspectos. É um romance sobrenatural entre um anjo caído e uma garota humana. Eu interpreto o anjo caído, Patch Cipriano, e a previsão é de que as filmagens comecem em poucos meses em Cape Town, Africa do Sul.

P-C: Qual foi a maior lição que você aprendeu fazendo parte dessa indústria?

Wolfgang: Concentre-se em coisas que você pode controlar e desligar tudo a sua volta.

Rodada rápida do Pop-Culturalist.

P-C: Programa de TV que é o seu prazer culpado?

Wolfgang: Isso é engraçado. Eu estava falando com um velho amigo meu sobre isso. Quando éramos mais jovens, costumávamos assistir a muitos shows do VH1 como Greatest One Hit Wonders dos anos 80, Flavour of Love e I Love New York – aqueles reality shows ridículos que eles tinham, e aqueles shows de contagem regressiva.

P-C: Filme de prazer culpado?

Wolfgang: Eu não vou dizer que é um prazer culpado por si só porque as pessoas adoram esse filme, mas eu vi A Star Is Born (Nasce Uma Estrela) seis vezes nos cinemas. Deixe-me explicar! Eu acho que é um filme incrível, mas a cada vez que eu ia, eu queria ser diretor, produtor e roteirista. Cada vez, assisti sob uma lente diferente. Uma vez, eu iria e apenas assistia ao filme. Outra vez, eu iria e só assistiria a performance de Lady Gaga. Da próxima vez, eu só assistia ao Bradley. A próxima vez, eu assisti a cinematografia e edição. Foi realmente inspirador. Alguns dos meus amigos já estavam cansados e eles ficavam tipo: “Você está louco?”.

P-C: Livro favorito?

Wolfgang: Acabei de ler Por Quem os Sinos Dobram por Ernest Hemingway, e foi fantástico.

P-C: Peça favorita ou musical?

Wolfgang: Para o musical, eu diria Rent. Eu cresci em Nova York. Eu o vi em uma idade muito jovem e, sem dúvida, eu poderia cantar cada palavra de cada música. Ele tem um lugar muito especial no meu coração. Quanto a minha peça favorita, acabei de ver Burn This com Adam Driver e Keri Russell. O desempenho de Adam Driver é uma das performances mais eletrizantes, coloridas e emocionantes que eu já vi por um ator masculino.

P-C: Uma banda ou artista que os fãs ficariam surpresos em saber está na sua playlist?

Wolfgang: Lynyrd Skynyrd

P-C: Você tem um fato divertido?

Wolfgang: Depois que eu fiz meu primeiro filme, Sierra Burgees Is a Loser, eu produzi e atuei na peça teatral, This Is Our Youth de Kenneth Lonergan em Los Angeles. Isso me levou a contratar um agente e mudou muitas coisas para mim. Ali realmente começou minha carreira.

Entrevista original, PopCulturelist: https://pop-culturalist.com/exclusive-interview-pop-culturalist-chats-with-the-last-summers-wolfgang-novogratz/

Wolfgang Novogratz concedeu uma nova entrevista ao site Joligazette, onde contou um pouco sobre sua vida e carreira, e como está sendo esse momento de ascensão em sua carreira como ator, confira abaixo:

Wolfgang Novogratz ganhou fama por sua aparição como Drew no filme original de 2018 da Netflix, Sierra Burgess Is a Loser. Ele apareceu anteriormente como Dave na comédia de ação Assassination Nation. Fez sua estréia como ator na série de TV 9 de Design em 2010. Ele estrelou em um episódio de 2018 da comédia de TV Grown-ish e foi escalado como o romântico protagonista Patch Cipriano no romance Hush, Hush em agosto de 2018 e oh Deus! Ele não te lembra do Elvis?! Eu me encontrei com Wolfgang em Los Angeles.

Você é o mais velho de uma família de sete irmãos. Como foi a sua infância?

Wolfgang: Com toda a honestidade, sinto-me o homem mais sortudo do mundo. Nunca houve um momento de tédio durante a infância, bom ou ruim, e meus irmãos são todos muito diferentes um do outro. Eu tenho um relacionamento distintamente único com cada um dos meus irmãos e irmãs. Como o mais velho dos irmãos, sempre me esforcei para ser um modelo e líder para eles, mas mais importante, alguém com quem eles achavam que podiam conversar sobre qualquer coisa, sem julgamento, e que eu sempre estaria lá para eles.

Como você começou como ator?

Wolfgang: Bem, é uma história interessante. Até onde eu lembro, o basquete sempre foi minha vida inteira. Eu estava me preparando para jogar em um time de basquete universitário da primeira divisão. Eu treinei como um atleta profissional e dediquei toda a minha vida ao esporte. No meu último ano do ensino médio, tive a sorte de ter muitas oportunidades de transformar meu sonho em realidade. No entanto, também no meu último ano, fiz aulas de teatro pela primeira vez. Eu sempre fui fascinado, inspirado e obcecado por filmes, mas nunca havia atuado antes. Lembro-me de visitar todas essas faculdades que eu tinha trabalhado toda a minha vida para entrar e pensar comigo mesmo: “Eu fiz isso”. Senti uma sensação de completude que provara a mim mesmo que poderia jogar no nível mais alto. Agora encontrei uma nova paixão e queria começar um novo capítulo da minha vida. Então, eu recusei todas essas oportunidades e disse ao meu professor de teatro: “Eu vou ser um ator, o que devo fazer?”. Ele disse: “Se você quer ser um bom ator, deve passar algum tempo fazendo teatro clássico em Londres ”. Então, uma semana depois de me formar no ensino médio, mudei-me para Londres para começar um novo capítulo na minha vida.

Você é o mais novo líder masculino da Netflix. Como você chegou lá?

Wolfgang: Haha, eu não sei nada sobre isso, mas eu apenas tentei aproveitar ao máximo as oportunidades que vieram em minha direção. Eu tenho atuado profissionalmente por cerca de 2 anos, e o que realmente ajudou minha carreira foi depois que fiz o meu primeiro filme “Sierra Burgess Is A Loser”, produzi e atuei em uma produção de “This Is Our Youth” de Kenneth Lonergan, em Los Angeles. Fazer essa jogada levou a mim e a meu agente conseguir muitas outras oportunidades. Mas estou nessa a longo prazo. Continuo a estudar de forma consistente. Meu foco é em como eu posso me tornar o ator mais honesto e habilidoso que eu posso ser, e se eu tiver sorte o suficiente, espero que um dia tenha um conjunto de trabalhos realizados que eu possa olhar para trás e ter orgulho.

Wolfgang Novogratz pelas lentes de Nathan Johnson. lentes de Wolfgang Novogratz na prmeiere de Nosso Último Verão.

Você pode compartilhar conosco sobre seus papéis na Netflix?

Wolfgang: Meu primeiro filme, “Sierra Burgess Is A Loser”, eu interpretei Drew.

Eu li primeiramente para o papel de Spence. Então, eles me trouxeram de volta para o papel principal de Jamie. Eu acabei chegando aos cinco atores finais lendo para os produtores e diretor. Eu estava fazendo uma peça em Orange County chamada “Vanya and Sonia and Masha and Spike” de Christopher Durang quando recebi o telefonema que eu não tinha conseguido a parte principal porque eu nunca tinha feito um filme antes, mas eles gostaram bastante de mim e queriam me ter no filme em uma papel menor.

Uma pequena curiosidade, é que, para a cena do futebol, onde Drew é o atacante que ataca Jamie, eu pedi a produção para usar o número 61, que era o número do meu avô quando ele era um All-American em West Point, na Academia Militar dos Estados Unidos.

Em “Nosso último verão”, eu interpretei o papel de Foster.

Quando eu li para o papel no início, Foster foi escrito como um “estúpido, bidimensional, raso, babaca” mais estereotipado. No entanto, eu fiz a escolha de que sua maior motivação para fazer essa lista de garotas e seu desespero por transar era que ele era virgem. Então, quando consegui o papel, compartilhei todas as minhas idéias com o diretor Bill Bindley, e começamos a trabalhar juntos para reescrever Foster. Eu trouxe a história de que ele costumava ser muito acima do peso, nunca recebeu atenção das meninas, e estava muito inseguro sobre isso. Então, para o último verão antes da faculdade, ele se reinventou. Ele está perdendo peso, ele está estudando boas cantadas e está fazendo o que for preciso para conseguir. A cena entre o personagem de Jacob, Alec, e eu, onde descobrimos que ele é virgem, foi escrita apenas alguns dias antes de filmarmos. Eu baseei muito do personagem em alguns caras que eu conheci na minha vida.

Em “The Half of It” eu interpreto o personagem Trig Carson.

Trig Carson é “O Cara” do campus. Ele é o cara mais popular da escola, o rei do baile, o presidente do Corpo Estudantil e amado por todos. No entanto, ele é bastante narcisista, superficial e vaidoso. Ele não é um cara mau, mas ele simplesmente não vive sua vida com muita profundidade, introspecção ou complexidade. Eu e a diretora, Alice Wu, falamos sobre ter certeza de que ele não seria como o personagem de Bradley Cooper em Penetras Bom de Bico. Ele não é o típico namorado malvado que o público diz: “Por que a garota principal está com ele e não com o personagem principal bom?” No papel, ele é perfeito: rico, bonito, simpático e feliz. O único problema é que ele não é o cara para Aster Flores. Ele está apaixonado pela ideia dela, mas ele não enxerga ela realmente ou compreende a plenitude dela.

Você sempre consegue o papel de adolescente. Como você administra isso?

Wolfgang: Bem, eu só me formei no ensino médio há três anos, então não é tão difícil ter essa idade novamente. No entanto, como um jovem ator que está apenas começando, essas são as maiores oportunidades. Não há uma tonelada de filmes e séries sendo feitos sobre crianças na faculdade ou jovens adultos apenas começando suas vidas.

Qual o papel dos seus sonhos?

Wolfgang: Em primeiro lugar, meu sonho é de ser um ator com muitos trabalhos, pois há muitos atores talentosos e merecedores que não possuem um. Se eu tiver sorte o suficiente de chegar nesse patamar e ter várias escolhas em minha carreira, meu sonho é de trabalhar com os melhores cineastas possíveis nos melhores roteiros possíveis, em filmes de qualquer gênero. Eu já havia dito, mas minha aspiração é de me tornar o protagonista que desejo ser e, com muita esperança, conseguir trabalhar com algumas das pessoas mais criativas e talentosas do mundo. Entretanto, ser o Super-Homem seria maravilhoso igual!

Há algum ator de Hollywood que te inspire?

Wolfgang: A lista é longa, mas por conta do tempo, vou tentar diminuir para 5. Eu diria: Spencer Tracy, Denzel Washington, Robert Redford, Paul Newman e Tom Cruise.

Uma curiosidade sobre Wolfgang que os fãs não saibam?

Wolfgang: Pouco antes de ser escalado para “Hush, Hush” eu tive a sorte de me conectar com Hugh Jackman. Ele tem sido um mentor, professor e amigo meu pelos últimos meses.

O que há em seguida para Wolfgang Novogratz?

Wolfgang: Estou terminando meu trabalho em “The Half of It” e então estarei preparado para o papel principal de Patch Cipriano na adaptação cinematográfica dos livros best-seller do The New York Times, “Hush, Hush”, junto com a Liana Liberato, que fará a protagonista Nora Grey.

Entrevista original: https://www.joliegazette.com/the-talk-4/wolfgangnovogratz
Fotográfia por: Nathan Johnson.

VIDA E CARREIRA

Wolfgang Novogratz nasceu no dia 9 de Maio de 1997 na Califórnia, e é filho das estrelas de TV Robert e Cortney Novogratz.

Wolfgang inciou sua carreira artística aos 9 anos de idade, quando junto com seus outros 7 irmãos, estrearam na TV americana no seriado 9 by Design, que foi criado pelos seus pais, Cortney e Robert. Ele também é um exímio jogador de basquete e ganhou bastante destaque no esporte na adolescência, mas não levou adiante após fazer um curso de teatro e descobrir que gostaria de atuar, assim ele deixou o basquete para trás e foi para Londres onde aprimorou o seu lado artístico.

Wolfgang também fez pequenas participações e alguns seriados de TV e filmes como “Grown-ish” spin-off de “Black-ish”, Sierra Burguesa é uma Loser da Netflix e Assassination Nation, além de aparecer sempre nos realitys shows da família Novogratz o último foi “House Of Novogratz”.

Ele também estreou no cinema independente, onde fez o seu primeiro protagonista no drama fantástico de 2017, “Buckets” ainda sem tradução no Brasil.

Buckets | Trailer from Ginger Child on Vimeo.

Atualmente o ator vem ganhando muito destaque, ele estreou em um papel de mais visibilidade na comédia romântica da Netflix “Nosso Último Verão”, e já possuí mais dois filmes a caminho também com a plataforma de streaming, os títulos são: “The Half Of It” e “Feel the Beat” (ainda sem tradução para o português).

Wolfgang foi escolhido para viver nos cinemas Patch Cipriano, personagem criado por Becca Fiztpatrick no best-seller Sussurro (Hush Hush, em inglês).

E sobre a vida amorosa de Wolfgang não sabemos se ele está com alguém atualmente, ele é uma pessoa muito privada e raramente posta em redes sociais.

CARREIRA

Liana Diane Liberato nasceu no dia 20 de Agosto de 1995, em Galveston, Estados Unidos. Ao três anos, Liana foi matriculada por sua mãe na Broadway Bound, um musical, para que perdesse a timidez e se envolvesse mais com as pessoas. Sete anos depois, Liberato apresentou-se na peça Guys & Dolls. Seu primeiro papel na televisão foi em um episódio de Cold Case, seguido por um episódio de CSI: Miami e então uma aparição na série The Inside. Nesse período, também apareceu em um comercial do departamento de roupas Seppälä.

Liana Liberato em Cold Case como Charlotte Jones

Liana Liberato em CSI Miami, como Amy Manning.

O primeiro papel ‘significativo’ de Lianna veio em Galveston: The Musical, quando ela tinha sete anos. No verão de 2005, Liberato participou de um acampamento que durou cerca de uma semana, na Califórnia, onde foi “descoberta” como atriz. Encantado pelo “grande carisma e um jeito natural” de Liberato, o agente convidou-a para ir à Hollywood fazer alguns testes.

Em 2007, Liberato foi protagonista, interpretando Cadi Forbes, no filme O Último Espírito. Em 2008, Liberato interpretou Jane, a filha de uma paciente, na série Dr. House e apareceu no video-clipe de Miley Cyrus, “7 Things”. Interpretou Tristen Oswald na série Sons of Anarchy – uma vez em 2008 e outra em 2009.

Em 2010, protagonizou Confiar, onde interpretou Annie Cameron, uma garota de 14 anos que foi vítima de abuso sexual ao encontrar-se com um homem que ela conversava virtualmente; atuando ao lado de Clive Owen e Catherine Keener. Liberato ganhou seu primeiro prêmio, o Silver Hugo Award, na categoria Melhor Atriz no 46th Chicago International Film Festival. Em 2011, interpretou a filha de Nicolas Cage e Nicole Kidman no filme Reféns.

Liana Liberato em Confiar como Annie Cameron.

Liana Liberato em Reféns como Avery Miller.

Em 2014 interpretou Kim Schein no filme Se Eu Ficar, protagonizado pela atriz Chloë Moretz, e também Amanda Collier no filme O melhor de mim. Em 2017 viveu a personagem Kelly em O Minimo para Viver ao lado de Lily Collins.

Atualmente está no elenco fixo da série Light As a Feather do serviço de streaming Hulu, e foi escalada para viver Nora Grey na adaptação do livro Sussurro (Hush Hush em inglês) da autora, Becca Fitzpatrick.

VIDA PESSOAL
Liana está namorando com o ator Tommy O’Brien (26), há alguns anos.

Para saber mais da filmografia de Liana, clique aqui.

Há 8 anos atrás Becca Fitzpatrick concedeu uma entrevista a revista Megazine, onde falou sobre o último livro da saga Hush Hush.

Era para ser o livro que fecharia a série Hush, hush, mas a autora Becca Fizpatrick resolveu transformar “Silêncio” em um prelúdio antes do aguardado final. Agora, a protagonista Nora tenta entender o que aconteceu nas onze semanas em que passou sequestrada. E ainda precisa processar as mudanças que aconteceram em sua vida: por que sua mãe está namorando o pai de sua maior inimiga? Quem é Jev, o cara que a salvou do anjo caído Gabe, mas que provoca estranhas reações nela? Confira:

1. “Silêncio”, o terceiro livro de “Hush, hush”, seria o último da série, mas agora haverá um quarto. Por que você decidiu escrever mais um?

BECCA: Quando eu terminei “Silêncio” eu simplesmente senti que a história de Patch e Nora não tinha terminado. E eu também queria escrever um livro que se passasse durante o Cheshvan. Ele é mencionado tantas vezes nos outros livros que eu pensei que era necessário dar aos leitores uma ideia de como era viver nesse período.

2. Houve uma grande expectativa sobre Silêncio devido a maneira como Crescendo termina. Como você lida com a pressão dos fãs, ainda mais agora que está escrevendo o quarto e último livro da série?

BECCA: As expectativas dos meus fãs para esse último livro são muito altas, e isso assusta. Eu tento ficar focada na história e nos personagens e fazer o melhor que eu posso.

3. Você interage bastante com os fãs na internet. Como isso afeta o seu trabalho ou o destino dos personagens nos livros?

BECCA: Eu amo conversar com os fãs e ouvir o que eles acham da história, é uma das coisas mais recompensadoras de ser uma autora. Na verdade, eu escrevi a maior parte de Finale antes mesmo de anunciar que haveria um quarto livro. Então, como eu já sabia o fim da história, a opinião dos leitores não influenciou no resultado.

4. Nos livros, você evita apontar alguém como bom ou mau. É comum os leitores uma hora adorarem um personagem e depois o odiarem. Você faz isso de propósito?

BECCA: Todo mundo erra ou toma decisões erradas às vezes, ninguém é completamente bom ou mau. Torço para que os personagens reflitam as pessoas da vida real, de certa maneira.

5. O que você pode adiantar para os fãs brasileiros de Finale, o último livro da série?

BECCA: “Finale” se passa durante de Cheshvan e os conflitos são grandes, já que os anjos caídos e os nephilim estão em guerra. E nessa época Patch está em apuros quando um antigo inimigo começa a caçá-lo.

6. Nos últimos anos, vários livros de adolescentes com temas sobrenaturais foram lançados. Para você, qual o diferencial de Hush, hush?

BECCA: A saga mistura ação e terror, mas também traz diferentes gêneros como ação, suspense, mistério, romance. Há um pouco de cada coisa para todo mundo.

Em breve mais entrevistas.

Vamos relembrar a entrevista que Becca Fitzpatrick concedeu para para o site português, Segredo dos Livros, onde fala um pouco das suas inspirações para escrever sua série de livros, e revela de onde veio o título Hush Hush. Confira abaixo a entrevista completa:

1. De onde vem o título “Hush, Hush”?
Eu queria um título alusivo ao mistério e à atmosfera presentes no livro e quando estava à procura no dicionário por qualquer coisa que servisse, deparei-me com a palavra “hush”. A definição era “manter em segredo”. Pensei logo que era a descrição perfeita da relação do Patch e da Nora no livro – ele esconde tantas coisas dela e é tão misterioso!

2. Como é que tudo começou? De onde surgiram as ideias para a história?
Eu comecei a escrever o Hush, Hush em 2003, quando o meu marido me deu como presente no meu 24º aniversário um curso de escrita criativa. Lá, o meu professor pedia-nos, todas as semanas, que fizéssemos um trabalho ao qual chamávamos “mostre, não conte”. Portanto, todas as semanas tínhamos uma palavra nova sobre a qual tínhamos de fazer um texto. Só que esse texto não podia contar qual era palavra mas sim descrever essa palavra. E então houve uma semana em que o trabalho era sobre humilhação. Fui imediatamente invadida por uma recordação do meu ensino médio em que numa aula de Biologia, o meu professor me perguntou em frente à turma inteira as características que eu mais apreciava num rapaz. Ali estava uma bela descrição de humilhação! Usei-a logo para o meu trabalho e o que começou por ser uma única cena, depressa se tornou um capítulo, depois dois e depois um livro inteiro!

3. E relativamente à ideia de anjos caídos?
Eu sabia, desde o primeiro dia que o Patch ia ser o típico e irresistível bad boy. Ia ser charmoso mas também muito perigoso. Só que também queria que ele tivesse sido bom numa determinada altura do seu passado. Ponderei durante muito tempo o que é que haveria de tê-lo feito “cair das boas graças”, até que de repente esta metáfora fez todo o sentido e se tornou literal na minha cabeça – ele era um anjo caído, expulso do paraíso. A partir daí fiquei com a ideia base e soube que com ela podia fazer o que quisesse com a história. Acabou por se tornar uma experiência muito libertadora e estimulante.

4. A atração física entre Patch e Nora é permanente no livro. O que é que a levou a fazer dos anjos caídos seres com grande sensualismo?
Não era minha intenção que os leitores vissem os anjos caídos como criaturas sedutoras. O que eu queria mesmo era que o Patch fosse um personagem ao mesmo tempo sexy e muito misterioso. Isso é que tinha mesmo de ser, desse por onde desse!

5. A ideia deste amor proibido entre o suposto inimigo e a protagonista sempre existiu?
Acho que foi uma decisão não muito consciente. Acabei por nem dar conta que as coisas tomaram esse rumo. A verdade é que, quando o Patch surgiu na história, ele era o personagem perfeito: era o bad boy que estava tentando recuperar o seu lado bom e sentimental do passado. Já com a protagonista o desenvolvimento foi muito mais gradual.

6. Demorou cinco anos a terminar o livro. Porquê tanto tempo? Houve algum tipo de dificuldade?
Eu considero-me uma escritora muito lenta. Além disso sou mãe de dois filhos: o tempo é sempre curto e escrever é uma coisa que pus para segundo plano. Mas, sim, também houve dificuldades: arranjar tempo para escrever, ter paciência e manter-me fiel à história, aceitar cerca de 100 cartas de rejeição de agentes literários… Enfim, várias coisas. Bem que eu podia continuar aqui a enumerá-las mas nunca terminaria! Não é fácil ser escritor e muito menos publicar o nosso primeiro livro.

7. Como autora de Hush, Hush, quais foram as principais influências que levaram à história final?
Eu lia muito Nancy Drew e Trixie Belden quando era pequena. Na adolescência foi mais as irmãs Brontë e montes de romances góticos. Portanto, pode-se dizer que sempre gostei de mistério e thrillers fantásticos com muito suspense.

8. Adora correr, é obcecada por sapatos e uma devoradora de sorvetes. Será que estas paixões fazem da Becca a escritora que é?
Hum… É uma excelente pergunta. Eu, de fato, crio a maioria das minhas histórias enquanto estou correndo. É quando tenho mais ideias e mais me inspiro, por isso, há definitivamente uma associação entre estas duas coisas: correr e escrever.

9. Há algum tipo de conselhos a dar a quem queira ser escritor?
Por favor, não tenham vergonha daquilo que escrevem. Não tenham medo de escrever mal nem de escrever aquilo que gostam. Todos os escritores começam a escrever mal. Pior ainda se não for uma coisa de que se goste. Sejam persistentes e leiam, leiam muito – não há melhor doce para o nosso cérebro do que a literatura.

Em breve mais entrevistas.

Vamos relembrar a entrevista que Becca Fiztpatrick concedeu ao portal autraliano Girl.au há 7 anos atrás, onde falou um pouco sobre suas próprias experiências de escrita e vida, e como tudo isso influencia a série “Sussurro”. Confira abaixo a integra da entrevista:

Brooke Hunter: O que inspirou você a escrever Sussurro?
Becca Fitzpatrick: Eu fui inspirada por algo que aconteceu comigo nas minhas aulas de biologia durante o ensino médio. Meu professor me perguntou, na frente da sala toda, para dizer características que eu gosto em um parceiro. O menino que estava sentado do meu lado ficou me cutucando com a caneta, me forçando a responder. Eu fui tão humilhada! Para quem leu Sussurro sabe que a personagem principal, Nora, passa por uma experiência bem parecida. Quanto mais eu escrevia, mais a tensão sexual existente em cada página me encheu de inumeráveis perguntas e ideias. O desejo é puramente físico? O que fazem duas pessoas terem uma química instantânea? O que em nossa composição genética nos leva a uma pessoa, e nos adverte para ficar longe de outra? E se forem a mesma pessoa?

Brooke: Qual é a melhor parte de criar uma personagem como a Nora?
Becca: Há muitas coisas boas, mas atualmente, eu tenho gostado de vê-la tomando vida nos desenhos da Graphic Novel. É fascinante ver como o ilustrador interpretou a personagem. Dá um pouco a sensação de que ele está andando na minha mente. Mal posso esperar para ver o que os leitores irão pensar da Graphic Novel, espero que eles fiquem tão impressionados quanto eu estou.

Brooke: Quanto da sua inspiração vem da vida real ou de pessoas reais?
Becca: Bem, eu provavelmente não deveria admitir isso, mas boa parte das personagens é baseada em pessoas que conheci durante o ensino médio, incluindo Patch, Vee e Marcie. Todas as personagens, também, contem uma parte de mim. Na história, eu tentei capturar as sensações de como é se apaixonar pela primeira vez, a sentir a primeira traição, e o que significa lidar com problemas familiares. Os leitores me dizem que podem ver o enredo se desenrolar por si só – como se estivessem assistindo um filme. Eu acho que isto acontece porque a hiatória e as personagens foram vividas e muito reais em minha mente enquanto eu escrevia o livro.

Brooke: Que aviso você tem a jovens escritores e artistas aspirantes?
Becca: Eu acho que é importante ter um diário e tentar escrever nele diariamente. Muitas vezes, pensamos que nossas vidas não são muito interessantes, mas a verdade é que elas são minas de emoção, conflito e química. Quando eu comecei a escrever um diário, me tornei vividamente consciente do mundo ao meu redor. Eu sempre releio meus diários que mantive durante todo o ensino médio. Nunca se sabe quando suas experiências vividas podem se transformar em uma estória.

Brooke: Complete a frase; a melhor parte de escrever é…
Becca: Combinar o livro certo com a pessoa certa. Quando pessoas me dizem que não gostam de ler, eu respondo “então você não encontrou o livro certo ainda”.

Em breve mais entrevistas.

(Créditos: a entrevista foi traduzida pelo portal http://portal.julund.com.br/)

Como já havíamos falado o primeiro livro da saga Hush Hush (Sussurro em português) será adaptado para os cinemas, mas por enquanto pouco se sabe de fato sobre o filme, então reunimos aqui todas as informações que conseguimos achar sobre a adaptação. Confira abaixo:

1. Até agora apenas os atores Liana Liberato e Wolfgang Novogratz foram escalados para o longa, ainda não se tem nenhuma informação do resto do elenco.
2. Wolfgang e Liana irão se caracterizar como seus respectivos personagens (Patch e Nora).
3. Segundo fontes, a previsão para o início das gravações se eram para o primeiro trimestre de 2019, mas isso não aconteceu.
4. O filme ainda não possui data de estreia, mas a diretora do longa, Kellie Cyrus deu uma previsão de que possa ser lançado no fim desse ano, ou no início de 2020, mas essas opções já foram descartadas pois as gravações ainda não começarem e seguem sem previsões de quando irão.
5. Já foi confirmado que teremos as cenas do Fliperama do BO, a famosa cena do Archanjo (não poderia faltar,nunca) e a cena do Motel.
6. Kellie também disse, que já havia escolhido metade do elenco, faltava apenas o ator que iria interpretar Elliot Saunders(também não temos mais certeza dessa afirmação dela).
7. Ao que parece a locação escolhida para as filmagens foi a Cidade do Cabo, na África do Sul.
8. Kellie disse que fará o possível para que todos os carros que são citados no filme, estejam na adaptação, mas que pode ser difícil porque alguns não são mais fabricados
9. Sim, teremos o Jeep Commander do Patch.
10. Muitos tinham dúvidas sobre como seria a atriz que irá interpretar a Vee, e se iriam seguir o padrão que ela tem no livro, e sim ela terá as mesmas características físicas as quais tem no livro.
11. Ao que parece o roteiro do filme já está escrito.
12. O ator que irá interpretar o Rixon será britânico.
13. O filme será distribuído nos Estados Unidos, pela BCDF Pictures e Kalahari Pictures, no Brasil não se tem informações de qual produtora irá distribuir.
14. Peter Hustchings conhecido por (The Outcasts) e (Then Came You) é o roteirista e produtor do filme.
15. Josh Ryba conhecido por seus trabalhos em: (Escape Room) e (Tomb Raider), será o responsável pela direção de arte do filme.
16. O premiado Warren Gray conhecido por seus trabalhos em diversas séries de TV,e no cinema será o responsável pelo Designer de produção do filme.
17. Becca Fitzpatrick revelou que não terá muito envolvimento no filme, ela apenas exercerá o cargo de produtora executiva, mas que está muito feliz com toda a equipe que está por trás do filme.
18. Na página do filme no IMDb, diz que o longa se encontrar em pré-produção.

Por enquanto é só isso que sabemos, esperamos que o anúncio do resto do elenco possa ser feito a qualquer momento. Iremos atualizar esse post caso saibamos de mais noticias.

Foi anunciado a pouco tempo que o primeiro livro da saga Hush Hush (Sussurro em português) será adaptado para os cinemas.

E quem dará vida aos icônicos personagens Nora Grey e Patch Cipriano serão os atores, Liana Liberato de 23 anos e Wolfgang Novogratz de 21. Liana já é bastante conhecida no mundo cinematográfico, já atuou ao lado de grandes nomes, como Nicole Kidman e Nicolas Cage. Já Wolfgang, não tem um currículo tão extenso, esse será o seu primeiro papel importante em um filme.

Liana Liberato interpretará Nora Grey na adaptação de Sussurro.

Wolfgang Novogratz interpretará Patch Cipriano na adaptação de Sussurro.

Abaixo segue a lista de alguns trabalhos feitos por Liana e Wolfgang:

Liana:
. O Melhor de Mim (baseado no romance de Nicholas Sparks – disponível na Netflix)
. Se Eu Ficar (baseado no romance de Gayle Forman)
. Ligados Pelo Amor
. Confiar
. Reféns
. O Minimo Para Viver (disponível na Netflix)
. Coração de Corredor (disponível na Netflix)
. Perseguição Implacável
. A Face do Mal
. Querida Eleanor
. Novitiate
. O Último Espiríto
. Hora de Recomeçar

Wolfgang:

. Buckets
. Assassination Nation
. Sierra Burguesa É Uma Loser
. Yes, God, Yes

Quem ficará responsável por dirigir o filme será Kellie Cyrus, conhecida por dirigir episódios de séries como The Vampire Diaries, Sobrenatural e The Originals. Já o roteiro fica por conta de Peter Hutchings conhecido por The Outcasts e Os Últimos Guardiões. Ainda não se tem previsão do lançamento do filme, mas segundo informações as gravações podem ser iniciadas no primeiro trimestre desse ano.